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29/03/2021 - Coordenadoria de Comunicação

Preocupado com prejuízos à população e ao meio ambiente, Léo Bortolin reúne prefeitos da região para barrar instalação de mineradora

A atividade do garimpo na maior parte das vezes traz resultados negativos à natureza e à população. Em Primavera do Leste, uma empresa protocolou na Agência Nacional de Mineração (ANM) um pedido de extração de minério e metais preciosos ao longo de cerca de 40 km do Rio das Mortes. Contrário à exploração e preocupado nos prejuízos que pode provocar em grande escala, o prefeito da cidade, Leonardo Bortolin (MDB) convidou o Ministério Público, Sindicato Rural e gestores de cinco municípios da região para debater o assunto e barrar a instalação da mineradora. A reunião será nesta semana.
 
 
 
“Sou totalmente contrário a essa instalação e por isso já convoquei o Ministério Público, o Sindicato Rural e os de Campo Verde, Dom Aquino, Poxoréu, General Carneiro e Novo São Joaquim para debatermos a situação”, explica Léo Bortolin. 
 
Segundo o prefeito de Primavera do Leste, entre os malefícios que a lavra subterrânea pode ocasionar estão desmate da mata ciliar, vegetação que protege a beira dos rios, desencadeando um processo de erosão e descaracterização do rio. E ainda abre caminho a outras atividades como exploração da madeira, invasão, pecuária nas bordas e assim por diante. “Um estudo recente realizado pela Fiocruz e pela ONG WWF Brasil, aponta que garimpos ameaçam o meio ambiente ainda por causa do mercúrio usado para juntar as partículas de ouro. O metal líquido contamina rios e peixes por milhares de anos”, destaca o prefeito. 
 
A Agência Nacional de Mineração (ANM), responsável por autorizar a exploração de minérios no país já recebeu o pedido da empresa que pretende explorar a área. Caso seja acatada, a permissão de lavra garimpeira é concedida pelo prazo de até cinco anos, sempre renovável por mais cinco, a critério da ANM. Todavia, é necessária ainda a liberação de licença ambiental por parte da Secretaria de Meio Ambiente do Estado e autorização do município para exercer a atividade. 
 
A área requerida engloba 4876,12 hectares ao logo do Rio das Mortes e Rio Cumbuco. “A instalação poderá gerar um passivo ambiental sem precedentes para a economia local e regional”, alerta Bortolin. 
 
A reunião será às 14h, na quarta-feira dia 31 de março, no Sindicato Rural de Primavera do Leste.

Hernandes Cruz - Coordenadoria de Comunicação

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